Quarta-Feira , 29 Janeiro 2020
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A Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom) já realizou nove reuniões do Conselho Municipal da Cidade e sete audiências Públicas do Salvador 500, plano que projetará a cidade para 2049, quando a capital baiana completará 500 anos. Com mais este evento do Conselho, nesta sexta-feira (4), na Semge (Secretaria de Gestão), chega a quase 20 o número de encontros de representantes da Prefeitura e técnicos do projeto com a população para discutir o planejamento urbano de Salvador, o que inclui o PDDU e a Louos.

No sábado, 12, haverá a oitava audiência pública do Salvador 500, às 9h, no Centro Cultural da Câmara Municipal de Salvador (CMS), onde serão apresentados os avanços do projeto e será aprofundada a discussão com os representantes de entidades de classe, de órgãos federais, estaduais e municipais, de associações de bairros e os moradores da cidade. O Salvador 500, assim como o Conselho, continua com uma série de encontros com a população para dar continuidade os debates.

O secretário da Sucom, presidente do Conselho da Cidade e coordenador geral do Salvador 500, Silvio Pinheiro, destacou a importância do debate com a sociedade para aprimorar o projeto, além de comemorar a quantidade de ocasiões em que a população pôde dar a sua contribuição para fazer um trabalho de urbanização que atenda ao interesse da maioria.

"É a primeira vez que temos em Salvador um debate tão aberto com os moradores da cidade. E é a primeira vez que, na construção do PDDU e Louos da capital baiana, os soteropolitanos podem acompanhar de perto cada avanço do trabalho,  ou alteração, e contribuir com suas opiniões. É um processo que preza pela transparência e participação popular", destacou.

A presidente da Fundação Mário Leal Ferreira, Tânia Scofield, demonstrou, na apresentação de hoje, os cuidados e empenho dos profissionais envolvidos para desenvolver um trabalho que atenda às necessidades da maioria. "É um esforço e dedicação de pessoas muito competentes e comprometidas para fazer desse plano um diferencial na vida dos moradores de Salvador", acrescentou.

Participaram da reunião, nesta sexta, na Semge, representantes do Crea Bahia, do Sindicato dos Bancários e Sintracom,  além  de movimentos populares, como o de Defesa da Moradia e Trabalho (MDMT), Frente de Luta Popular (FLP), Moradia Popular (UNMP), do Sem Teto (MSTS), Central de Movimentos Populares (CMP) e Associação de pessoas com deficiência (AMDPF) e Instituto Baiano da Paz. Na ocasião, os representantes dessas entidades puderam propor sugestões, esclarecer dúvidas e opinar sobre os trabalhos realizados até então em prol do desenvolvimento urbano de Salvador. A próxima será realizada no mesmo local, na segunda-feira, 14, às 9h.

Conselho - Criado pela Lei 7.400, de 2008, e alterado pela Lei 8.197, de 2012, o órgão colegiado foi criado para que os moradores da capital baiana, por meio de representantes de diversos segmentos, possam fazer sugestões e críticas para a elaboração de projetos que contemplem o ordenamento, a urbanização e os avanços para o município. Atualmente, o Conselho conta com quatro câmaras temáticas - planejamento e gestão do uso do solo, mobilidade urbana, saneamento ambiental e habitação.

As discussões do Conselho da Cidade são de fundamentais para composição e acompanhamento do planejamento de Salvador. Nessas reuniões para debater pautas de interesse da cidade, é possível ter acesso às demandas da população e avaliar tecnicamente a viabilidade das solicitações. Todos os assuntos discutidos constam em atas, disponíveis no hotsite do Conselho (www.sucom.ba.gov.br/conselhomunicipal/). ​-

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