Terça-Feira , 12 Novembro 2019
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Foto: Jefferson Peixoto/Secom

Os alunos da rede municipal de ensino vão ajudar a reforçar as ações de conscientização para o combate ao mosquito Aedes aegypti. Esse é o propósito do Agentes Mirins nas Escolas, relançado na terça-feira (8) em cerimônia que reuniu mais de 400 estudantes no auditório do Subúrbio 360, em Coutos.  

O programa ocorre por meio de uma parceria entre as secretarias de Educação (Smed) e de Saúde (SMS) e a Fundação Maria Emília. A subcoordenadora do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Eliaci Costa, explicou que o Agentes Mirins nas Escolas é um trabalho com os alunos e as escolas que se mantiverem livres do mosquito receberão um selo mostrando que a unidade está tendo cuidado para evitar o mosquito se reproduzir.  

“Os alunos vão receber um treinamento para identificar onde estão os focos de proliferação e um material educativo produzido pela SMS, além de um crachá de identificação, um selo para identificar os ambientes vistoriados e, ainda, uma ficha para checklist dos pontos que estão de acordo ou não na escola para eliminar esses pontos”, detalhou Eliaci. 

Até o fim de dezembro, agentes do CCZ vão visitar 50 escolas – cinco de cada Gerência Regional de Educação – para ensinar os alunos a instalar armadilhas para os mosquitos e a importância de se manter alerta para evitar a proliferação dos transmissores da dengue, zika e chikungunya. Nas visitas serão levados materiais educativos como maquetes, biscuit e jogos para transmitir o conteúdo de forma lúdica às crianças. 

O projeto também vai contar com a parceria de órgãos como a Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) e da Secretaria Municipal de Manutenção (Seman), que vão realizar melhorias no entorno da escola para ajudar no combate ao Aedes aegypti. 

Mobilização – De acordo com a coordenadora de Inclusão Educacional e Transversalidade da Smed, Jaqueline Araújo, o relançamento do programa é importante porque a escola é um instrumento poderoso de mobilização das comunidades. “É nas escolas que as crianças e adolescentes estão a maior parte do tempo e esse é um espaço de aprendizagem. O que os alunos absorvem aqui levam para casa porque tem na escola uma referência para a vida. Entendemos que, quando há uma parceria nesse sentido, promovemos uma oportunidade para que eles sejam protagonistas da sua aprendizagem”, finalizou. 

Também ocorrida no turno matutino, a programação englobou apresentação de coral; contação de história com a integrante do coletivo O Conto das 7 Mulheres, Luciana Ávila, e o músico Marcos Bezerra; apresentação de talentos locais; uma aula musicada com Luciana Moura, membro do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ); e um espetáculo intitulado ‘Jardineira’. Participaram da atividade crianças com idade entre 6 e 12 anos.

 

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