Quinta-Feira , 20 Junho 2019
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Foto: Bruno Concha - SECOM

Equipes da Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon), vinculada à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), emitiram 29 notificações, após visita a 69 estabelecimentos em terminais de transporte de Salvador, na última segunda (14) e terça-feira (15). As ações fazem parte da Operação Verão, que visa resguardar o direito de informação do consumidor, a exemplo de como comportar nos casos de urgência e emergência durante o uso do transporte .

As visitas ocorreram em estabelecimentos terminais Rodoviário de Salvador, Marítimo de São Joaquim, Turístico Náutico e Aeroporto. Ao todo, foram constatados 21 estabelecimentos com irregularidades. Das 29 notificações emitidas, 15 foram por falta de informação da data de validade nos produtos, duas por ausência de um exemplar do Código de Defesa do Consumidor (CDC), cinco por lixeiras inadequadas, uma por higiene inadequada, cinco por falta de informação do preço nos produtos e uma por ausência de especificações do produto.

No dia 4 de janeiro, as equipes de fiscalização da Codecon estiveram no Aeroporto Internacional de Salvador, onde 28 estabelecimentos foram visitados, quatro estabelecimentos irregulares foram constatados, cinco notificações foram emitidas e um auto de infração foi lavrado. As notificações emitidas foram por ausência de exemplar de CDC (1), ausência de informação de validade (1), prazo de validade vencido (1) e lixeira inadequada (1).

"A chegada do verão e o consequente aumento no número de turistas em nossa cidade requer de nós, enquanto defesa do consumidor, vistoriar os principais pontos de visitação, especialmente aqueles de chegada e partida. Através desta operação vistoriamos vários locais voltados para o turismo, inclusive aeroporto, rodoviária e terminais náuticos, visando assegurar aos consumidores o direito básico da informação", afirma o titular da Semop, Marcus Passos.

Travessia – As lanchas que fazem a travessia Salvador-Mar Grande também foram fiscalizadas durante a ação. Até o momento, duas lanchas foram vistoriadas e nelas foram observados itens como a capacidade de passageiros por embarcação, a presença e condições dos coletes salva-vidas e orientações para usá-los em situação de emergência, assim como a prática abusiva na venda de passagens. As vistorias nas lanchas seguem até quarta-feira (16).

Nas lanchonetes dos ferryboats foram verificados itens como a higienização do ambiente, a presença de etiqueta de validade nas mercadorias, a validade dos produtos, presença de lixeira, falta de emissão de nota fiscal e a disponibilização do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Antes de entrar em uma das lanchas, o aposentado de 67 anos, Josevaldo Albuquerque, que frequentemente utiliza esse serviço, conta ter ficado feliz em ver a fiscalização sendo feita nas embarcações. “Esse trabalho que é feito nos traz mais segurança. É algo muito importante porque qualquer irregularidade encontrada pode ser reparada antes de algo pior acontecer. Que essa fiscalização seja feita sempre para que possamos ter tranquilidade durante a viagem”, conclui.

Penalidade – Quem foi notificado tem um prazo de dez dias para se adequar às normas previstas no CDC, podendo se sujeitar às penalidades previstas na Lei Federal 8.078/90, o que inclui multa, que pode variar entre R$650 e R$9,5 milhões. Denúncias podem ser realizadas pelo telefone do Fala Salvador 156 ou pelo aplicativo da Codecon, disponível nas plataformas Android e iOS. Quem preferir, pode comparecer na sede do órgão, na Rua Chile, 3, Centro.

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