Terça-Feira , 26 Janeiro 2021
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Com muita simpatia e disposição que já sinalizam como será vibrante o show de logo mais no palco montado na Praça Cairu, no Comércio, os músicos Dinho Ouro Preto, Flávio Lemos, Fê Lemos e Yves Passarell, que formam a banda de rock Capital Inicial, atenderam a imprensa para falar sobre o que preparam para a apresentação no Réveillon Salvador 2016. "Vamos tocar um pouco de tudo. Coisas do nosso começo, coisas do último disco, fazendo celebração ao rock brasileiro. Vamos tocar também coisas de outras bandas, como Raimundos, Legião Urbana e Charlie Brown. Vamos misturar baladas, músicas mais lentas e porradas. Afinal, um show completo de uma hora e meia é feito de luz e sombra", revelou o vocalista Dinho Ouro Preto. 

Dinho afirmou que possivelmente está diante da plateia mais animada e eclética do Brasil. "Na mesma noite temos rock, pagode, axé, e todo mundo está junto, como é o Festival de Verão de Salvador. Quando a gente tocou no festival e vimos as demais atrações do dia, achávamos que iríamos tomar pedrada. Mas o que aconteceu foi o contrário. Aqui acho que é a mesma coisa. Nenhuma cidade celebra a música como faz Salvador, sempre com alegria. Um evento como esse demonstra claramente isso", afirmou, lembrando que o rock está na "veia" dos baianos desde Raul Seixas, passando por nomes como Camisa de Vênus e Pitty. 

Para o comandante do Capital Inicial, tocar para uma plateia gigante (são esperados hoje no mínimo 150 mil pessoas na Praça Cairu, como aconteceu ontem) é uma "injeção de adrenalina no sangue". Dinheiro também falou sobre política na coletiva. "Esperamos que 2015 seja logo esquecido e que haja mais transparência e menos incidentes como os que ocorreram este ano na política".

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