Quarta-Feira , 29 Janeiro 2020
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A Prefeitura, por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), realizou nesta quarta-feira (15) mais uma ação de bloqueio e combate aos mosquitos aedes aegypti e aedes albopictus, transmissores da dengue e da chikungunya, respectivamente. Os agentes de endemias visitaram os bairros do IAPI, Caixa D'Água e Liberdade, dispostos em sete equipes. A iniciativa percorreu as localidades aplicando inseticidas com o auxílio de uma "máquina costal". O equipamento é preso às costas dos agentes e facilita a desinfecção de ruas mais estreitas e vielas de difícil acesso.
 
No bairro da Caixa D'Água, os agentes realizaram o bloqueio na Rua Manoel Drummond, onde ocorreram alguns casos suspeitos de dengue e chikungunya. “A ação de combate ao mosquito ocorre de forma periódica, com a visita constante dos agentes de endemias a residências, escolas e terrenos abandonados. Nos casos em que ocorrem casos suspeitos, precisamos realizar o bloqueio da localidade", informa Emerson dos Santos, supervisor do CCZ que coordenou a ação de combate ao mosquito no bairro.
 
De acordo com o agente, o primeiro passo do bloqueio é a identificação da residência de quem deu entrada no hospital ou posto de saúde sob suspeita de uma das doenças. Em seguida, os agentes percorrem um raio de 30 metros a 60 metros da casa realizando a aplicação do inseticida, de forma semelhante ao que era feito com o “fumacê”.
 
Mãe de uma menina de 8 anos com suspeita de chikungunya, a dona de casa Simone Noronha de Almeida acredita ser importante a manutenção do trabalho preventivo e as ações de combate ao mosquito realizadas pela Prefeitura. "É de grande ajuda, pois essas doenças estão aparecendo cada vez mais por aqui, mesmo com os agentes sempre visitando as casas da rua. Recentemente precisei levar minha filha ao médico após ela apresentar sintomas como febre, inchaço e manchas pelo corpo", explica.
 
Números - Recentemente, a Vigilância Epidemiológica de Salvador apresentou dados que indicam uma redução de 76% no número de casos de dengue no primeiro semestre de 2015. Entre janeiro e junho, foram confirmadas 1.062 ocorrências da doença no município, enquanto no mesmo período do ano passado, foram 4.344 registros. Ainda segundo a pasta, três casos de zika vírus foram confirmados nos primeiros sete meses deste ano, enquanto outros 15 mil suspeitos seguem sob análise. No caso da chikungunya, a Prefeitura já contabilizou quatro casos em 2015.
 
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